
Em uma praça. Eu ainda era um garoto, e numa tarde após a escola, estava andando de bicicleta nesta pracinha em frente de casa. Enquanto descansava um pouco, uma garota não mais velha que eu, criança, e em toda a nossa ingenuidade infantil, não percebeu que despertaria em mim naquele momento, algo que nem mesmo eu ainda tinha idade pra entender.
O fato é que ela parou no meio da calçada, abriu levemente as pernas e começou a urinar. Eu olhei a cena e vendo aquela cachoeira molhando todo o chão, saindo de sua saia rodada, senti uma sensação incrível, diferente, estranha, marcante.... Não tenho mesmo como descrever pois eu não tinha o mínimo de malícia.
Anos depois, no meu aniversário de 15 anos, estávamos eu e meus convidados no solarium do prédio onde eu morava. Neste local não havia banheiro, só uma área livre com cadeiras de praia e um chuveiro externo, cercado por duas paredes e sem porta.
Dentre as pessoas convidadas, estava uma garota com a qual eu havia vivido, anos antes, momentos de "romance infantil", aquela coisa de dançar de rosto colado, andar de mãos dadas e dar selinho, coisa de criança.
Bem, ela foi a protagonista do segundo episódio da minha vida envolvendo "chuva dourada". Foi o seguinte... Ela veio me perguntar se havia banheiro lá e respondi que não, só o já mencionado chuveiro. Ela não pensou duas vezes, foi lá no "quadradinho" do chuveiro que não era iluminado e se aliviou.
Eu acompanhei a cena de longe, estava sentado a uma mesa com primos e amigos, mas devo ter deixado transparecer que eu queria mesmo ver o que ela estava fazendo. No começo foi uma forte curiosidade que em segundos se transformou em desejo e antes que eu me desse conta, estava excitadíssimo.
Quando ela voltou, colocou o pé na cadeira e dizendo "-Nossa, me molhei toda", começou a passar a mão pelos pés e pela perna, limpando as gotinhas de xixi que ali ficaram.
Neste instante me faltou o ar. Na minha cabeça eu já estava caindo de boca em toda parte de seu corpo que estivesse molhado de xixi. Foi uma sensação de intenso prazer, mesmo não podendo fazer absolutamente nada do que vinha na minha imaginação.
Desde dia em diante, o que era suspeita ficou bem claro na minha cabeça. Eu sentia prazer em ver uma mulher urinar. E não é algo como fazer um sexo oral gostoso, ou um transa selvagem, é além, é mais, é tudo de bom.
Parti então em uma busca. Naquela época haviam muitos tabus e esse era enorme. Comecei a achar fotos sobre isso em algumas revistas, do tipo "ColorClimax" e mais tarde, com a chegada da internet, a variedade de material sobre "water sports", "golden showers", "pee" etc, foi ficando mais abundante e por mais que eu conseguisse fotos e vídeos, só me satifazia naquele momento. Não bastava, eu precisava praticar. Eu passei o fim da minha adolescência até os vinte e poucos anos sem conseguir convencer nenhuma garota a dividir isso comigo.
Não por ela não querer, mas faltou coragem minha de pedir, até que aconteceu a primeira vez na real em um relacionamento que tive e que durou por sete anos.
Quando este relacionamento acabou, decidi, de uma vez por todas, que nunca mais iria esconder esse fetiche de ninguém, e mais, sempre iria tocar nesse assunto logo nos primeiros meses, pra saber se iria rolar.
Foi assim que comecei a ter histórias pra contar.
Tive muitas experiências interessantes até que um dia conheci minha atual companheira, que pratica comigo todas as fantasias. Nosso relacionamento é bem liberal, sabemos tudo que queremos, sem tabus, e foi com ela que saí completamente do mundo virtual pra o real, com pessoas reais e muito xixi de verdade.
Nós temos o hábito de sair com outras garotas, e um dia decidimos começar a escrever em um caderno todas as nossas experiências a três. Partiu daí então a idéia de criar um blog, pra compartilhar com mais pessoas estas experiências que estamos vivendo.
Quero contar aqui todas as nossas experiências em detalhes, levantar assuntos polêmicos, e aproximar de nós pessoas que também gostem desde fetiche.
Além disso, tentar dar uma colaboração na divulgação deste fetiche, que na Europa é tão comum, mas aqui no Brasil ainda enfrenta grande resistência, até pelo fato de não ser conhecido.
Fiquem à vontade pra comentar e em breve começarei a transcrever pra cá todas as histórias que vivemos e as que estão por vir...